domingo, 13 de maio de 2012
Tempestade de areia
Tempestade de areia próximo ao Delta do Nilo, vista pela EEI.
Tempestades de areia são vistos na patagônia argentina, nas grandes planícies norte-americanas (década de 1930), no oriente médio, na Austrália e na Ásia central, além do deserto do Saara.
Uma tempestade de areia ou tempestade de poeira é um dos fenômenos denominados litometeoros e ocorre quando a umidade relativa do ar é mais baixa que 80% permitindo a suspensão de partículas em sua maioria sólidas mas não aquosas pelo ar. O resultado pode ser a Névoa seca, Tempestade de areia (ou poeira), Turbilhão de areia (ou poeira).
A "Tempestade de Poeira" propriamente dita se trata de uma grande massa de partículas de poeira, ou areia é deslocada por ventos turbulentos e fortes e elevadas do solo até a uma altura considerável. Algumas vezes esses fenômenos são provocados por redemoinhos de vento (dust devils)
São mais freqüentes em regiões com grande quantidade de areia e baixa umidade, como desertos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Como Sobreviver a uma Tempestade de Areia
As tempestades de areia estão entre os fenômenos mais violentos e imprevisíveis da natureza. Ventos altos levantam as partículas de areia no ar, criando uma nuvem de grãos sufocante, reduzindo a visibilidade a zero em questão de segundos. Quase todas as tempestades de areia podem causar ferimentos, danos a propriedade ou morte, e apesar de serem normalmente associadas com os desertos do Saara ou Gobi, elas podem ocorrer em qualquer região árida ou semi-árida. Não importa onde você viva, é uma boa idéia saber o que fazer se ver uma nuvem de areia correndo em sua direção.
CESSAR-FOGO IRAQUIANO
CESSAR-FOGO IRAQUIANO
Em 27 de fevereiro de 1991, os kuwaitianos comemoraram a chegada de comboios americanos à capital. As forças especiais chegaram primeiro, seguidas por tropas kuwaitianas e pelos fuzileiros navais dos Estados Unidos.
Às 21 horas (hora de Washington, 23h, hora de Brasília), o presidente George Bush anunciou um cessar-fogo, com início previsto para as quatro da madrugada (6h em Brasília).
Tropas aliadas capturaram milhares de soldados iraquianos. Muitos deles se renderam sem resistência, afinal, estavam exaustos, famintos e com baixo moral. Segundo estimativas dos Estados Unidos, 150 mil soldados do Iraque desertaram.
Os aliados haviam perdido 148 soldados em batalha e outros 145 em outras situações, como, por exemplo, ataques realizados por engano por suas próprias tropas. Já do lado iraquiano, as estimativas apontam para algo entre 60 mil e 200 mil soldados mortos. Milhares de corpos foram enterrados no deserto em valas comuns.
No dia dois de março, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma revolução com as condições do cessar-fogo.
Entre as exigências, estavam o fim de todas as ações militares iraquianas, o fim da anexação do Kuwait e a libertação de prisioneiros. O Iraque também ficava obrigado a admitir a responsabilidade pelos danos e mortes provocados no Kuwait e a destruir suas armas químicas e biológicas.
No dia seguinte, comandantes iraquianos aceitaram formalmente os termos do cessar-fogo durante encontro com militares americanos em uma base militar iraquiana capturada. Saddam Hussein não compareceu.
A GRANDE OFENSIVA
A GRANDE OFENSIVA
No domingo, 24 de fevereiro, as tropas aliadas lançaram a ofensiva aérea, terrestre e marítima, que, cem horas mais tarde, derrotou o Exército iraquiano.
No dia anterior, o Iraque havia ignorado o prazo imposto para retirada de suas tropas do Kuwait e incendiado centenas de poços de petróleo kuwaitianos.
Durante a ofensiva, as tropas aliadas tomaram o Iraque e o Kuwait a partir de vários locais ao longo da fronteira dos dois países com a Arábia Saudita.
Centenas de tanques avançaram em direção ao norte para combater a Guarda Republicana do Iraque. Tropas aliadas também ocuparam a estrada que liga o sul do país ao Kuwait para interromper a entrega de equipamentos e suprimentos aos soldados inimigos que ocupavam o território kuwaitiano.
No dia 26 de fevereiro, o Iraque anunciou que retiraria todas suas tropas do Kuwait, mas ainda se recusava aceitar todas as medidas impostas pela ONU.
Durante a retirada, as forças aliadas bombardearam a longa coluna de tanques, veículos blindados, caminhões e tropas iraquianas, que fugiam do Kuwait em direção à cidade iraquiana de Basra.
Milhares de soldados iraquianos morreram durante o ataque na rodovia que, desde então, é conhecida como “Estrada da Morte.” Estima-se que entre 25 mil e 30 mil iraquianos tenham morrido apenas na ofensiva terrestre.
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